"(Antes da) tomada de decisão" deu título à última sessão do ciclo de debates on-line promovidos pela Comissão de Arbitragem e Ajuizamento Desportivo (CAAD), do Comité Olímpico de Portugal (COP), sobre "A tomada de decisão na arbitragem", que teve lugar esta quarta-feira e esteve a cargo de Pedro Teques, Professor Auxiliar no Instituto Universitário da Maia (IUM)/Instituto Politécnico da Maia.
Especialista em Psicologia do Desporto, colaborador do Conselho de Arbitragem da Federação Portuguesa de Futebol, Pedro Teques começou por abordar o pós-competição do árbitro, numa sessão moderada por Avelino Azevedo, membro da CAAD do COP.
“Então como é que se sente?” é a questão tantas vezes colocada a seguir a um jogo e a resposta pode vir positiva, acrescentada de um "mas". "Eu até arbitrei bem, mas errei uma grande penalidade.” Afinal, o que é que pode levar a esta situação?
"Quando um árbitro tende a estar instável há uma inconstância na performance", defende Pedro Teques, enquadrando a questão num fenómeno identificado como de"espirais negativas e positivas".
O docente do IUM esclareceu que o árbitro deve encontrar um registo para encarar a adversidade: "É preparar-me para o pior, esperando o melhor." E tipificou duas abordagens. "Para o árbitro A: \