3 Jul 2021
“Critério da escolha dos porta-estandartes foi o de valorizar o mérito desportivo absoluto em contexto olímpico”

Que comentário lhe merece o número de atletas qualificados para os Jogos Olímpicos?

Termos atingido os 92 Atletas qualificados, igualando o número de Atletas presentes no Rio 2016, num contexto em que os processos de qualificação sofreram vários constrangimentos, é um fator de orgulho para Portugal, para os Atletas e para as Modalidades que representam.

Que objetivos desportivos pensa poderem ser atingidos?

Conforme temos vindo a anunciar, reiteramos os objetivos contratualizados com a Administração Pública Desportiva no final de 2017. Os resultados alcançados no contexto mundial, principalmente nos anos de 2019 e 2020, dão-nos segurança quanto ao objetivo de alcançar duas posições de pódio, 12 diplomas e 26 posições entre os 16 primeiros classificados. Merecedor de destaque, para já, é o facto de termos ultrapassado a meta estabelecida em Londres 2012, com a participação de 32 Atletas femininas. Em Tóquio serão 36.

A que critério obedeceu a escolha dos porta-estandartes?

O critério da escolha dos porta-estandartes foi o de valorizar o mérito desportivo absoluto em contexto olímpico, nuns Jogos organizados sob o signo da igualdade de género, simbolicamente assinalada logo a abrir na Cerimónia de Abertura, com a escolha de uma atleta e um atleta para porta-estandartes. Neste contexto, a minha escolha teria sempre de considerar o Campeão Olímpico Nelson Évora e a medalha de bronze de Telma Monteiro. Esta decisão não invalida que pudessem ser outras as opções, igualmente meritórias, se o critério fosse distinto daquele que foi definido.


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