16 dias depois chegaram aos fim os Jogos Olímpicos Tóquio 2020. E foi com um “obrigado” que terminou a Cerimónia de Encerramento que juntou os atletas, treinadores, oficiais e voluntários que tornaram possível esta edição.
Na Tribuna de Honra do Estádio Olímpico, o Principe Akishino e o Presidente do Comité Olímpico Internacional Thomas Bach viram entrar as 206 bandeiras dos países participantes, seguidas de cerca de 4500 atletas ainda presentes em Tóquio, num momento de celebração, união e paz. Por Portugal, Pedro Pichardo foi o porta-estandarte, tendo-se juntado a ele colegas das modalidades de Atletismo, Ciclismo e Canoagem.
A Cerimónia teve um tom tradicional e colocou em destaque alguns hábitos e costumes locais como danças e cantares até que voámos até Paris, cidade-sede da próxima edição dos Jogos Olímpicos. Com uma ligação em direto até aos Jardins do Trocadéro, junto à Torre Eiffel, Paris mostrou-se uma cidade orgulhosa de receber uma edição dos Jogos que prometem ser dinâmicos, jovens e audaciosos. A demonstrar esta ambição, ficou içada uma bandeira de 5400m2 na Torre Eiffel, visível em toda a cidade francesa.
Com o discurso de esperança do Presidente do Comité Olímpico Internacional, e com esta edição dos Jogos oficialmente terminada, a Chama Olímpica foi apagada juntando a memória do passado e com o olhar nas gerações futuras. A pira Olímpica fechou-se, a Chama parou de brilhar mas estará de volta daqui a três anos em Paris.
Como habitualmente foram coroados no Estádio Olímpico durante a Cerimónia de Encerramento os vencedores da maratona, os quenianos Eliud Kipchoge e Peres Jepchirchir, na prova masculina e feminina respetivamente. Foi também realizada a apresentação dos novos membros da Comissão de Atletas Olímpicos do Comité Olímpico Internacional, Paul Gasol (Espanha, Basquetebol), Maja Wloszczowska (Polónia, Ciclismo), Federica Pellegrini (Itália, Natação) e Yuki Ota (Japão, Esgrima).