Passam este domingo 30 anos sobre uma das mais brilhantes páginas do desporto português: a vitória de Rosa Mota na maratona dos Jogos Olímpicos de Seul. Foi no dia 23 de setembro de 1988 que a campeã portuguesa fez o pleno nas grandes competições, ganhando a medalha de ouro olímpica, na sequência de duas vitórias no Campeonato da Europa (Atenas 1982 – primeira maratona feminina oficial – e Estugarda 1986) e uma no Campeonato do Mundo (Roma 1987).

Rosa Mota fez história em Seul também ao tornar-se na primeira atleta portuguesa a conquistar o ouro olímpico, depois de quatro anos antes, em Los Angeles 1984, ter ganho a medalha de bronze.

A campeã olímpica viria ainda a tornar-se tricampeã europeia da maratona, com a vitória alcançada em Split 1990. Ao longo da sua carreira, Rosa Mota ganhou várias maratonas de referência: Roterdão, Chicago (duas vezes), Tóquio, Boston (três vezes), Osaka e Londres.

Atual vice-presidente da Comissão Executiva do Comité Olímpico de Portugal, Rosa Mota recebeu o Prémio Carreira da Associação Internacional de Maratonas e Corridas de Distância (AIMS), depois de também ter sido considerada a Maratonista Mais Valiosa de Sempre.

 

 

 

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