A Federação Portuguesa de Natação (FPN), promovendo uma política de publicação de obras de referência para a modalidade e para o desporto em Portugal, apresentou o segundo e terceiro volume do seu Plano Estratégico, Portugal a nadar rumo à excelência 2014/2024 e o Manual de referência FPN para o ensino e aperfeiçoamento técnico em natação. Documentos que pretendem indicar o foco da FPN durante os próximos 10 anos.

Estes livros sobre o Plano Estratégico “foram elaborados com a finalidade de dar respostas aos desafios que se colocam à FPN. Pretende ser um instrumento técnico, no qual a FPN se poderá apoiar para planificar, orientar e liderar um desenvolvimento sustentado para a prática da Natação em Portugal”, explicou António José Silva, presidente da FPN no decorrer da 1.º Convenção Portuguesa de Natação, que decorreu no dia 17 em Rio Maior.

Um documento que não dever ser apenas para uso exclusivo da FPN mas “envolver todos os intervenientes que atuam na natação com destaque especial para os sectores, associações e clubes para que desenvolvam parcerias no sentido de potenciar sinergias e evitar duplicação de esforços, numa ação coordenada em que “o todo supera a soma das partes”.

Da análise dos fatores de competitividade, da missão e visão institucional da FPN são assumidos nestes livros quatro vetores estratégicos: “massificar a prática da natação; desenvolver a prática desportiva; render e competir ao alto nível; e sustentar a atividade: estrutural e funcional, transversal a todos os restantes.”

No segundo volume, Portugal a Nadar, a FPN desenvolve um programa no qual é apresentado, aferido e monitorizado um sistema de ensino com características adequadas ao bom e adequado desenvolvimento do processo de ensino-aprendizagem da Natação que se pretende que envolva as suas várias vertentes: natação pura, polo aquático, natação sincronizada e natação adaptada.

O terceiro volume Manual de referência FPN para o ensino e aperfeiçoamento técnico em natação, constituirá uma referência para o ensino e aperfeiçoamento técnico da natação promovendo a criação de escolas de natação novas; certificação de técnico-pedagógica de escolas de natação ao abrigo do programa Portugal a Nadar; certificação de clubes a nível nacional; Processo de formação nacional e territorial de recursos humanos para grau 1 e grau 2 de células de treinadores.

“Não basta ter mais pessoas a nadar, é preciso garantir que o façam com qualidade na sua prática. Aprender a nadar, em qualquer idade, deve ser uma experiência de fortalecimento e enriquecimento pessoal e levar a uma motivação para a prática de atividades em meios aquáticos ao longo da vida”, conclui o presidente da FPN, António José Silva.

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