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Após um percurso de quatro anos adquirimos um capital de experiência que permite olhar para a governação do Comité Olímpico de Portugal assente em pilares de estabilidade e confiança.

Estabilidade, desde logo, nos resultados financeiros positivos e no desempenho da instituição, que possibilitou alargar o nosso espectro de intervenção a domínios cruciais para a valorização social do desporto, entendido como desígnio determinante para colmatar debilidades sistémicas penalizadoras para o desenvolvimento do desporto no panorama político, social e económico português e, bem assim, para a sua competitividade no contexto internacional.

Confiança no relacionamento institucional assente numa perspetiva de parceria colaborativa com os seus membros e aberta à cooperação com parceiros e entidades tradicionalmente afastadas do universo desportivo.

Os desafios para este novo quadriénio são um compromisso de trabalho para continuar a concretizar a ambição de um futuro que nos una na valorização social do desporto.

Um percurso que inevitavelmente tem de ser forjado na confiança e respeito institucional, mas fundamentalmente na valorização da dimensão humana que está por detrás daqueles que representam e servem as instituições e bem assim no acreditar que a missão de serviço público na condução dos destinos do Comité Olímpico se encontra enraizada na perceção do desporto como um bem público de excelência.

José Manuel Constantino
Presidente do Comité Olímpico de Portugal

 

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