A Conferência Internacional Anti Match-Fixing Top Training, realizada em Roma, Itália, teve a participação do Comité Olímpico de Portugal (COP), representado pela gestora de projeto Joana Gonçalves.

Participante no painel “O ponto da situação na luta contra a manipulação de resultados – desafios, melhores práticas e formas de progressão”, Joana Gonçalves fez o enquadramento do trabalho realizado pelo COP no âmbito do seu programa de integridade, cruzando-o com o “estado da arte” em Portugal.

Joana Gonçalves apresentou igualmente alguns dos que são os principais desafios encontrados durante a implementação do programa do COP, passando pelas orientações do Movimento Olímpico, bem como da Convenção de Macolin.

No quadro do combate à manipulação de competições desportivas, a gestora de projeto do COP reafirmou “a necessidade de se conseguir criar uma lógica de parceria colaborativa que permita uma ação concertada entre os principais atores” – autoridades públicas, organizações desportivas, operadores e regulador de apostas – o que, de resto, é exigido para o estabelecimento da Plataforma Nacional que deverá ser implementada como resultado da ratificação da Convenção do Conselho da Europa para a Manipulação de Competições Desportivas por Portugal.

Joana Gonçalves abordou igualmente a importância de se transferir este tema da agenda desportiva para a agenda política, tratando-se de uma ameaça cada vez mais complexa, que vai em muito para alem do desporto e se apresenta como uma perturbação para a ordem pública.

Presente na Conferência esteve Friedrich Martens, líder da unidade de prevenção de manipulação de competições do Comité Olímpico Internacional.

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